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Aipiter, inícioPedir uma demonstração

Inteligência artificial

Transparência da IA

O que faz o assistente do Aipiter, com que modelo, o que decide sempre uma pessoa e como se avisa quem escreve.

Atualizado a

1. Quem escreve sabe que é um assistente

Na primeira resposta, quando alguém retoma a conversa ao fim de 12 horas de silêncio e quando uma pessoa da equipa devolve a conversa, o assistente avisa que é o assistente virtual do negócio e que, quando quiser, a pessoa pode chamar alguém da equipa. Esse texto não é gerado pelo modelo: é o servidor que o acrescenta, por isso sai sempre igual.

É o dever de transparência que fixa a lei europeia da IA, o Regulamento (UE) 2024/1689, no seu artigo 50.º: quem conversa com uma IA tem de o saber.

2. O que faz o assistente

  • Usa o que o negócio publica para responder: a sua oferta, os seus horários, os seus preços e as suas regras.
  • Propõe vagas da agenda e prepara marcações, alterações e cancelamentos, que a pessoa confirma antes de serem guardados.
  • Toma nota do nome e da língua que a pessoa refere; qualquer outra alteração de dados propõe-na antes de a guardar.
  • Passa a conversa à equipa quando lho pedem, quando não consegue resolver algo ou quando recebe uma mensagem de voz ou uma imagem, e anota o motivo e o essencial do que se falou. Num centro de saúde, perante uma urgência, diz à pessoa que ligue para o 112 antes de a passar.

O seu âmbito é apenas esse negócio: não é um assistente para tudo.

3. O modelo e os dados

O Aipiter usa modelos Gemini da Google através do Vertex AI, executados em infraestrutura da UE, e a configuração do sistema rejeita qualquer região fora da Europa.

O modelo recebe o texto do cliente ou o botão em que carregou, nunca as notas privadas da equipa, os anexos nem os campos internos da caixa de entrada. A Google compromete-se a não usar o que lhe enviam os seus clientes do Cloud para treinar ou ajustar os seus modelos sem autorização ou instrução prévias (termos de serviço do Google Cloud, restrição de treino), e o Aipiter não treina modelos com as conversas.

4. O que o modelo não decide

O modelo não concede permissões, não mexe nos dados guardados e não altera nada por sua conta: propõe, e o servidor verifica a empresa, as permissões, a disponibilidade e a confirmação antes de fazer uma alteração. Uma confirmação vale 15 minutos, e apenas para essa conversa e essa marcação.

Antes de ser enviado, cada rascunho passa por uma revisão que o trava se der como feita uma diligência sem confirmação, se pedir dados de pagamento ou de identificação ou se mostrar texto interno. O que um cliente escreve ou um documento traz é tratado como informação, nunca como uma ordem que mude permissões.

O Aipiter não foi pensado para decidir sozinho sobre saúde, emprego, crédito, seguros, educação ou acesso a serviços essenciais. Esses usos precisam da sua própria avaliação e de que decida uma pessoa qualificada.

5. Falar com uma pessoa

Basta pedi-lo na conversa. O caso fica nas mãos da equipa, que o vê na lista de conversas que pedem atenção, e o cliente é informado de que o seu pedido aguarda a equipa. A partir daí responde uma pessoa, e quanto tempo demora depende de cada negócio.

A equipa também pode assumir uma conversa quando quiser ou pausar nela o assistente; quando o reativa, o assistente retoma apenas a partir das mensagens novas.

6. Erros e reclamações

Se uma resposta lhe parecer errada, diga-o ao negócio na mesma conversa ou escreva-nos para hola@aipiter.com com o nome do negócio, o canal e a data aproximada, sem palavras-passe nem dados desnecessários. Que outro uso têm os seus dados, e com que fundamento, está descrito na política de privacidade do Aipiter.