Entrada em dois passos
Para entrar é preciso o código enviado para o e-mail e, depois, o de uma aplicação de códigos no telemóvel. Os convites para a equipa chegam por e-mail e caducam, e não se podem enviar mais de vinte por hora.
Segurança
Quem pode entrar no painel, o que vê cada pessoa, os limites do agente de IA, como se guardam as decisões de privacidade de cada cliente e onde estão os dados.
Atualizado a
No Aipiter, cada pessoa usa uma conta própria e um segundo fator, e tem um papel que limita o que vê e o que altera. A base de dados separa cada empresa com regras de acesso próprias, o agente de IA não pode agir sem confirmação e os dados ficam alojados na União Europeia. Cada ficha guarda as autorizações e os pedidos de privacidade do seu cliente.
Os controlos
Controlos que fazem parte do produto, não opções que alguém tenha de se lembrar de ligar.
Para entrar é preciso o código enviado para o e-mail e, depois, o de uma aplicação de códigos no telemóvel. Os convites para a equipa chegam por e-mail e caducam, e não se podem enviar mais de vinte por hora.
Cada membro da equipa tem um de cinco papéis, de proprietário a só leitura, e cada ecrã verifica o papel antes de abrir: a equipa e os dados da empresa, por exemplo, só os vê quem administra.
A base de dados aplica regras de acesso por empresa nas suas próprias tabelas (segurança por linhas do PostgreSQL), de modo que um negócio nunca lê os dados de outro, mesmo partilhando servidor.
O agente avisa que é automático, pede confirmação antes de reservar ou alterar um dado e não dá nada por feito sem a resposta do servidor. Cada resposta é revista antes de sair, e as suas permissões são verificadas fora do modelo. Mais em IA para empresas.
O que um cliente escreve ou o que um documento traz é tratado como informação, nunca como uma instrução para o agente; assim, uma mensagem não consegue contornar os seus limites.
Em cada conversa vê-se o que o agente consultou e preparou, e a atividade da ficha reúne conversas, reservas, importações e tarefas com a respetiva data.
Os dados
Aquilo que guarda sobre os seus clientes é seu: sabe onde fica, o que cada pessoa aceitou e como o recuperar.
A base de dados está em Frankfurt e os serviços do Aipiter funcionam em regiões europeias do Google Cloud; a configuração do sistema não admite regiões fora da Europa. A lista de fornecedores, com a sua localização, está em subcontratantes.
O modelo de IA é processado na União Europeia, e a Google, o seu fornecedor, só usa dados de clientes para treinar ou ajustar modelos com autorização prévia.
Cada ficha guarda as «Decisões de contacto» do seu cliente, uma por finalidade, e quem já não quer mensagens fica registado. Ter alguém nas suas fichas não o autoriza a fazer-lhe publicidade.
Os pedidos para ver, corrigir ou apagar dados ficam registados na ficha, cada um com um recibo; os pendentes têm a sua própria lista no painel.
O agente não pede no chat cartões, contas bancárias, documentos de identificação nem dados médicos, e a informação clínica de um centro de saúde fica fora do Aipiter.
Se o pedir, entregamos-lhe tudo o que é seu num pacote exportável, e quando carregamos a sua lista de clientes, cada linha é revista antes de ser guardada. Mais em integrações.
O lado legal
Que dados se tratam, com que fornecedores, como se informa sobre o uso da IA e como se pede um apagamento.
Mostramos-lhe os papéis, as permissões e os limites do agente, com o painel à frente.
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